AUTONOMIA DA MULHER E DA ENFERMEIRA DIANTE O PARTO NORMAL E SUAS NUANCES

Autores

  • Thaynara Hevellin Silva de Almeida Acadêmica do Curso de Bacharelado em Enfermagem da Faculdade de Educação e Meio Ambiente – FAEMA
  • Elis Milena Ferreira do Carmo Ramos Enfermeira, Profa. Esp. do Curso de Bacharelado em Enfermagem da Faculdade de Educação e Meio Ambiente – FAEMA (Orientadora).

Palavras-chave:

Empoderamento, Parto, Parturiente, Humanização, Enfermeiras obstétricas

Resumo

O processo de nascimento de um filho está associado ao renovo da vida, considerando, para muitos, um momento intenso e considerável da existência humana (1). Devido às suas vertentes, relacionadas a questões de aspectos culturais, sociais, econômicos e biológicos, o processo do parto deve ter a assistência centrada nos desejos da parturiente, levando em consideração a participação ativa e os direitos da mulher nesse processo de parturição (2,3). O respeito a mulher considera-se um processo de cuidado que tem por objetivo a valorização durante o trabalho de parto. Quanto a ciência da enfermagem, observa-se que o cuidado executado pela mesma, busca trazer as suas parturientes individualidade, cuja proposta é induzir a conservação da humanização em todos as formas de cuidado a qual serão ofertados, levando a mulher a entender que todos os seus direitos serão preservados.

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Publicado

2020-08-26

Como Citar

Almeida, T. H. S. de ., & Ramos, E. M. F. do C. . (2020). AUTONOMIA DA MULHER E DA ENFERMEIRA DIANTE O PARTO NORMAL E SUAS NUANCES. Revista Científica Da Faculdade De Educação E Meio Ambiente, 10(edespenf), 26–31. Recuperado de https://revista.faema.edu.br/index.php/Revista-FAEMA/article/view/1116