DESEMPENHO E VALOR NUTRITIVO DE CULTIVARES DE UROCHLOA BRIZANTHA EM DUAS ALTURAS DE RESÍDUO AO LONGO DAS ESTAÇÕES DO ANO

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Gelci Carlos Lupatini
Ciniro Costa
Paulo Roberto de Lima a Meirelles
Lucas Bravim Furlan
Juliana da Silva Barros
Marcela Martins Faveri

Resumo

O estudo avaliou a produção de forragem, características morfológicas e valor nutritivo de cultivares de Urochloa brizantha, submetidas a alturas de resíduo. O experimento ocorreu na UNESP, Botucatu. O delineamento adotado foi em blocos casualizados com quatro repetições em arranjo fatorial 3 x 2, sendo três cultivares de U. brizantha: Marandu, Xaraés e Piatã, e duas alturas de resíduo: 0,15 e 0,25 m. Foi realizado adubações de plantio e manutenção. As análises incluíram produção de massa seca total (MST), taxa de acúmulo de forragem (TAF), composição morfológica e proteína bruta e digestibilidade in vitro da matéria orgânica. Após a coleta dos dados foi realizado análise estatística com o programa R. Na primavera e verão, a Xaraés superou a Marandu na produção de MST em 31,14% e 42,05%, respectivamente. No outono e inverno, não houve diferenças notáveis. A altura do resíduo de 0,15 m resultou em maior produção de MST no verão e primavera. A cultivar Marandu se destacou em proteína bruta e digestibilidade. A cultivar Xaraés apresentou maior produção de MST e TAF, mas é sensível à estacionalidade. Manter resíduos a 0,15 m aumenta a produção de massa seca e reduz a emissão de inflorescências.

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