TAMANHO DA SEMENTE E TRATAMENTOS PRÉ-GERMINATIVOS NA GERMINAÇÃO E CRESCIMENTO DE Ormosia paraensis Ducke

Conteúdo do artigo principal

Hildeani Thalita de Oliveira Farina
José Halleff Conceição Caldas
Alessandra Doce Dias de Freitas
Iselino Nogueira Jardim

Resumo

Diversos estudos já demonstraram a importância da superação da dormência em sementes de Ormosia paraensis. Contudo, não existem relatos considerando o efeito do tamanho de sementes associado a escarificação na germinação de Ormosia paraensis. Assim, o objetivo do presente estudo foi avaliar o efeito do tamanho de semente relacionado a escarificação mecânica e química na germinação e no crescimento inicial de plântulas de Ormosia paraensis. Os tratamentos foram arranjados em delineamento inteiramente casualizado, em esquema fatorial 3 x 3: três classes de tamanho de sementes (pequena, média e grande) e três métodos de escarificação (mecânica, imersão em ácido sulfúrico 98% por 15 e 30 minutos, respectivamente), com quatro repetições de 25 sementes por tratamento. A contagem de sementes germinadas foi diária até o 20º dia e calculado a porcentagem de germinação (PG), tempo médio de germinação (TMG) e índice de velocidade de germinação (IVG). Para o teste de desempenho de plântulas, 10 sementes germinadas de cada tratamento foram transferidas para tubetes de 110 cm3 e mantidos por 30 dias em viveiro. Nessa etapa avaliou-se: diâmetro do caule (DC), altura da parte aérea (H), comprimento da raiz (CR), massa fresca da parte aérea (MFPA) e da raiz (MFR). A análise dos dados indica que sementes grandes escarificadas mecanicamente promoveram as maiores médias nas variáveis %G, IVG, DC, H e MFPA, exceto para o CR e MFR. A categoria de sementes de tamanho grande combinada a escarificação mecânica promovem maior germinação e plântulas mais vigorosas de Ormosia paraensis.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Detalhes do artigo