PSICOLOGIA CLÍNICA E A RE-SIGNIFICAÇÃO DO PRAZER ALIMENTAR NO TRATAMENTO DE PACIENTES ANORÉXICOS

Autores

  • Patrícia da Silva Dias Faculdade de Educação e Meio Ambiente Faema
  • Roberson Geovani Casarin Faculdade de Educação e Meio Ambiente FAEMA

DOI:

https://doi.org/10.31072/rcf.v7i1.352

Palavras-chave:

Anorexia Nervosa, Prazer, contemporaneidade, psicoterapia.

Resumo

A Anorexia Nervosa é considerada um transtorno alimentar que constitui um problema de saúde grave, sua incidência abrange principalmente adolescentes mulheres, embora também existam relatos masculinos. Seus sintomas resultam em prejuízos fisiológicos, mas, sobretudo psíquicos. A psicoterapia nesse sentido toma fundamental importância para tratamento dessa doença, uma vez que este transtorno não pode ser visto apenas pelo prisma biológico. Participaram deste estudo cinco psicólogas independentes de abordagem de atuação psicológica clínica, sendo incluídos apenas os que já tenham atendido ou que estavam atendendo pacientes com diagnóstico de Anorexia Nervosa, que responderam questionário padronizado on-line. Esta pesquisa teve como objetivo verificar com psicólogos clínicos se o reenquadramento do prazer alimentar é tido como importante no tratamento de pacientes anoréxicos. Nos esultados foi possível identificar algumas ações sobre o manejo de estratégias psicológicas no tratamento da doença, como também proporcionou analisar indícios de reelaboração cognitiva quanto ao prazer alimentar na Anorexia Nervosa. Conclui-se portanto que são pertinentes questões subjetivas quanto ao prazer alimentar diante da patologia Anorexia Nervosa, uma vez que o tratamento é voltado para o fortalecimento do aparelho psíquico do paciente.  

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Biografia do Autor

Patrícia da Silva Dias, Faculdade de Educação e Meio Ambiente Faema

Psicologia 

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Publicado

2016-07-19

Como Citar

Dias, P. da S., & Casarin, R. G. (2016). PSICOLOGIA CLÍNICA E A RE-SIGNIFICAÇÃO DO PRAZER ALIMENTAR NO TRATAMENTO DE PACIENTES ANORÉXICOS. Revista Científica Da Faculdade De Educação E Meio Ambiente, 7(1), 103–119. https://doi.org/10.31072/rcf.v7i1.352

Edição

Seção

Artigos (Ciências Sociais e Humanas)