POLUIÇÃO SONORA E A DEFESA AMBIENTAL: ACÚSTICA PARA OS AGENTES JURÍDICO-POLÍTICOS ENVOLVIDOS NA ORGANIZAÇÃO URBANA.

Autores

  • Marcelo Paes Barros Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT)

DOI:

https://doi.org/10.31072/rcf.v2i2.94

Palavras-chave:

Gestão Urbana. Políticas Públicas. Propagação do Som. Riscos. Conforto Acústico

Resumo

Inicialmente tratado como um mero problema de desconforto acústico, o ruído passou a constituir um dos principais problemas ambientais dos espaços urbanos. Poucas vezes relacionado às áreas da segurança e da saúde públicas, a ausência de uma política de combate efetivo a poluição sonora tem como resultado um aumento de gastos por parte do poder público para a resolução de conflitos sociais, com internações e remédios. Atuando e promovendo o bem-estar da população, os agentes responsáveis pela defesa ambiental devem entender que a questão acústica das cidades vai muito além da intensidade sonora, passando também pela altura e por outros fenômenos como a ressonância e a reverberação dos sons. O artigo discute o agente físico som, no aspecto da poluição sonora, visando contribuir com a atuação de agentes jurídico-políticos, representantes de entidades e movimentos sociais ou de qualquer cidadão envolvidos na defesa ambiental e na organização urbana.

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Biografia do Autor

Marcelo Paes Barros, Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT)

. Doutorando em Física Ambiental pela Universidade Federal de Mato Grosso . Professor Assistente do Instituto de Física da Universidade Federal de Mato Grosso

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Publicado

2011-12-23

Como Citar

Barros, M. P. (2011). POLUIÇÃO SONORA E A DEFESA AMBIENTAL: ACÚSTICA PARA OS AGENTES JURÍDICO-POLÍTICOS ENVOLVIDOS NA ORGANIZAÇÃO URBANA. Revista Científica Da Faculdade De Educação E Meio Ambiente, 2(2), 156–176. https://doi.org/10.31072/rcf.v2i2.94

Edição

Seção

Artigos (Ciências Exatas)