TRATAMENTO INOVADOR (DESVENLAFAXINA) PARA DEPRESSÃO MAIOR

Autores

  • Vera Matias Geron Faculdade de Educação e Meio Ambiente - FAEMA

DOI:

https://doi.org/10.31072/rcf.v5i1.201

Palavras-chave:

depressão, antidepressivo, desvanlafaxina

Resumo

A depressão configura-se em um transtorno de humor que incapacita os indivíduos de terem uma vida normal. Dentro das síndromes depressivas, a depressão maior é definida como a forma mais comum de manifestação, acometendo a cada ano uma proporção cada vez maior da população. Fato este que leva ao surgimento concomitante de novos antidepressivos como é o caso da desvelafaxiana, medicamento aprovado recentemente contra a depressão maior. Neste contexto, o presente levantamento literário objetiva, por meio de uma revisão bibliográfica, avaliar a importância deste recente medicamento inibidor da recaptação da serotonina e noradrenalina, abordando sua farmacodinâmica, farmacocinética, posologia, possíveis interações medicamentosas e reações adversas desta droga que traz bons sinais como tratamento da depressão maior, devido as suas características farmacológicas e baixa capacidade de interações medicamentosas. Palavras-chave: Depressão; depressão maior; antidepressivos; serotonina; noradrenalina; desvenlafaxina.

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Biografia do Autor

  • Vera Matias Geron, Faculdade de Educação e Meio Ambiente - FAEMA

    Bacharel em Ciências Biologicas pela Universidade Estadual de Maringá Paraná (UEM).

    Bacharel em Farmácia e Bioquímica pelo Centro Universitário de Maringá( CESUMAR)

    Especialista em ciencias biologicas pela FAFIJAN Faculdade de filosofia de Jandaia do Sul. Paraná.

    Especialista em farmácia de Manipulação pelo Centro Universitário de Maringá. CESUMAR.

    Mestranda em Biologia dos Agentes Infeciciosos e parasitarios pela Universidade Federal do Pará. UFPA.

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Publicado

2014-06-30

Edição

Seção

Artigos (Ciências da Saúde)

Como Citar

TRATAMENTO INOVADOR (DESVENLAFAXINA) PARA DEPRESSÃO MAIOR. (2014). Revista Científica da Faculdade de Educação e Meio Ambiente, 5(1), 46-59. https://doi.org/10.31072/rcf.v5i1.201

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