Ensaio sobre a ciência na transitividade da linha abissal: da crítica social ao pensamento pós-colonial

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.31072/rcf.v9i1.565

Palabras clave:

Razão instrumental, Pós-moderno, Pós-colonial

Resumen

O presente ensaio procura traçar reflexões a partir da constatação da emergência da razão instrumental como fundamento da ciência moderna. O diagnóstico de Max Weber é que a ciência entendida como técnica tende a inverter a lógica da relação homem-conhecimento produzindo um mundo “administrado”. Ainda no campo da ciência positiva, mas buscando descentrar o sujeito cognoscente a partir do pensamento eurocêntrico, discutimos o esforço de Pierre Bourdieu e análise disposicional de Bernard Lahire para deslocar o olhar científico para a perspectiva do ator social. A seguir, atravessando o Atlântico a convite de Boaventura Sousa Santos, recuperamos a contribuição da CEPAL para entender o mundo visto do lado de cá da linha abissal. Enfim nos reportamos às contribuição de autores como Achilles Mbembe e Walter Mignolo para dialogar sobre a necessidade de (re)pensar a (pós)modernidade e seu duplo designado pelo termo (pós)colonialidade. Espera-se com isso identificar novos horizontes epistemológicos que se desenham para a pesquisa ao “sul do Equador”.

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Publicado

2018-04-11

Número

Sección

Ensaios (CIÊNCIAS HUMANAS)

Cómo citar

Ensaio sobre a ciência na transitividade da linha abissal: da crítica social ao pensamento pós-colonial. (2018). Revista Científica da Faculdade de Educação e Meio Ambiente, 9(1), 329-347. https://doi.org/10.31072/rcf.v9i1.565

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